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18 Janeiro 2016

A Síndrome da Procrastinação

A Síndrome da Procrastinação

Tenho observado um comportamento nos jovens profissionais que muito me preocupa. Trata-se do ato de procrastinar, verbo definido pelo dicionário Aurélio como “transferir para outro dia, adiar, delongar”. No jargão popular, procrastinar é o velho “empurrar com a barriga”.

É muito comum que os jovens deixem para depois uma série de decisões sobre suas vidas pessoais e suas carreiras. Parece haver uma enorme dificuldade em lidar com questões, enfrentar conflitos e encerrar ciclos. Conheço muitas pessoas que adiam decisões importantíssimas, como sair da casa dos pais, casar, ter filhos ou deixar uma empresa. Decisões que deveriam ter sido tomadas há muito tempo. Por quê? O que falta aos jovens talentos para que possam tomar suas decisões?

A primeira reação é culpar a conjuntura. Será? A segunda reação é culpar a dificuldade que os jovens têm de fazer um bom diagnóstico. Será? A terceira reação é culpar os pais dessa nova geração, como faz o grande educador Bernardo Toro que costuma dizer que esse problema deriva de um excesso de protecionismo dos pais, que mantém os filhos distantes da realidade e assumem eles mesmos as decisões que deveriam ser tomadas pelos jovens. Será?

A verdade é que há um contrassenso nesse assunto. Os executivos costumam decidir rapidamente quando se tratam de problemas práticos do trabalho, mas derrapam no plano mais pessoal. Há um conjunto de decisões que são procrastinadas, como investir no aprendizado de uma língua estrangeira, terminar um relacionamento que se arrasta, ter uma discussão ampla sobre o seu futuro com o seu chefe, falar sobre sua insatisfação com sua remuneração... Tudo se arrasta na esperança de que o tempo resolva. Mas o tempo não resolve.

Isso apenas drena a energia, prejudica o foco e impede que os profissionais assumam novos desafios. O ato corajoso de se conhecer melhor para saber quais problemas precisam ser resolvidos previne a síndrome da procrastinação e evita que a sua saúde e seu desempenho sejam afetados. Não empurre para frente. Enfrente seus medos, seus fantasmas e feche seus ciclos. Você será uma pessoa melhor, mais feliz, mais produtiva e mais útil para a sociedade. E a nossa sociedade está precisando – e muito – de todas as competências disponíveis.

 

Fonte: Luiz Carlos Cabrera

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